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As “Pausas” da Maternidade

Você consegue ter o seu momento depois que seu filho nasceu? Você tem feito pausas da maternidade? Tenha consciência sobre essa pausa e o quanto é essencial compreender sua importância.

“Não pausar a vida. Ideia curiosa essa já que ser mãe é viver eternamente de pausas. Por 9 meses (ou mais) a gente pausa o vinho.”

Imagino que vocês também tenham visto esse texto maravilhoso da Fernanda Marques (@eagoracinderela), que circulou pela rede e em quase todos os grupos ou espaços de contato com o universo materno. Ela conseguiu descrever com perfeição esse sentimento de desordem ordenada que a gente vive quando percebe que entrega a vida e se dedica de corpo e alma para os filhos. E digo entrega, em todos os sentidos: física, psicológica, emocional e temporal!
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Pausas da maternidade
Tudo, absolutamente tudo, pode esperar: seu banho, sua vontade de fazer xixi, sua fome, seu sono, seu descanso, sua conversa com o marido, sua carreira, seus compromissos profissionais, seus jantares com amigos, sua série favorita, seus cabelos brancos crescendo na raiz…
Lembro bem de uma colega da empresa onde eu trabalhava que dizia assim quando eu estava grávida:

“Se prepare, minha querida, não é só um amor incondicional, é uma inversão total de prioridades”.

E não é que é isso mesmo?
Mas lendo e relendo o texto da Fernanda, entendi que valia a pena fazer uma reflexão aqui para complementar…
A gente muitas vezes esquece o quanto é importante a nossa consciência sobre essa pausa e o quanto é essencial que nossos filhos compreendam que a pausa existe, mas em algum momento, ela pode e vai deixar de existir. Explico. Quando tomamos consciência da entrega que fazemos para e pelos filhos, assumimos também as consequências disso. Fica mais claro que estamos fazendo uma escolha.
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Naquele momento a criança e tudo que a envolve e rodeia é a prioridade e o resto pode esperar.
Mas quem escolhe se vai agir efetivamente dessa forma, o quanto vai se dedicar e quando isso vai acontecer, é você: a mãe consciente da necessidade e da importância da pausa, dos momentos de entrega, apego e amor.
Por outro lado, ao perceber que o filhote já caminha com as próprias pernas, já toma as próprias decisões, a mãe precisa e pode mostrar a ele que a sua dedicação sempre vai existir, talvez com menos intensidade.
Afinal, ele já compreende que a pausa foi necessária e depois fará parte de um processo de aprendizagem e desenvolvimento.
Gente, e isso é tão difícil…
Ao percebermos que exercer nosso papel de mãe nos fez viver em pausa por um tempo, não podemos deixar que nossa vida se torne uma pausa. Existe uma diferença aí.
E essa consciência é importantíssima para resgatarmos e recuperarmos tudo o que foi ficando para depois, à medida que a as pausas não se fazem mais necessárias.
Confesso que acho isso uma arte. A arte de se fazer desnecessária. Dia desses observando minha mãe brincando com minha filha, me peguei pensando em quantas pausas involuntárias (mas muito necessárias) minha mãe dedicou a mim e a nossa família. E, agora, depois de tanto, consegue desfrutar de uma pausa por vontade própria, com prazer e curtindo “estar em pausa”.
Quer coisa melhor? Deve ser uma sensação deliciosa de “missão cumprida” misturada com “agora é só comemorar”. Nessas horas é que minha admiração por ela, que é uma mãe e uma avó incrível, e por todas as mães, aumenta ainda mais!

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Falando de outro desespero na vida da mãe, uma coisa que me ajudou muito foi saber os marcos de desenvolvimento do bebê.

Assim, pude observar melhor a minha filha, desde o primeiro mês, sabendo exatamente como eu devia me preocupar e direcionar as conversas com o pediatra.

Por conta disso, reuni as principais informações sobre os marcos de desenvolvimento para facilitar a sua vida.

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Beijos,

 

Juliana Sá e Olívia - Mamãe Super Poderosa

Jú Sá

Blog Mamãe Super Poderosa

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