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Bebê conforto, carrinho, cadeirinhas, cadeira de alimentação… O que fazer com essa tralha depois?

Quem é mãe sabe: poucas coisas são mais envolventes do que preparar a casa e a vida para a chegada do bebê.

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É uma delícia cuidar de cada detalhe, só na expectativa, pensando que, em breve, seu filhote vai estar usando aquela roupinha ou passeando naquele carrinho…

A imaginação das mães vai longe, minha gente! Nesse ponto somos iguais: queremos escolher tudo da melhor forma possível, pedimos ajuda e conselhos para amigas que já são mães, mas muitas vezes, na empolgação do momento, esquecemos completamente de pensar: “isso tem utilidade depois?”

Preciso ser sincera: muitas (mas muitas mesmo!) coisas não têm nenhuma utilidade depois! Bebê conforto? É ótimo enquanto serve. Depois que a criança cresce e começa a se remexer lá dentro, ele se torna um trombolho na sua sala.

No meu caso, ele está “bem guardadinho” no porta-malas do carro esperando o próximo”passo”. Carrinho? Taí um item bem complexo. A maioria das pessoas tenta escolher um modelo multifuncional, que sirva para todos os momentos da criança, desde RN até “não-precisar-mais”. Nem sei se isso existe, só sei que por mais leve e compacto que o carrinho pareça ser, quando chegar a hora de parar de usar, ele certamente vai se tornar uma tralha na sua casa.

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Cadeirão de alimentação? Também tem data de validade. É muito útil enquanto a criança está na fase da introdução alimentar e até ganhar autonomia para comer sozinha. Mas, quando isso acontece, ele se torna um elefante branco.

Já vi cadeirão servir de cabide na sala de uma amiga! E, olha que, antes de ser mãe, ela era conhecida por ser super organizada… Acontece que o tempo passa muito rápido e, quando a gente se dá conta, a criança já não está mais usando aquilo e “aquilo”ainda está bem ali.

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Por essas e outras que algumas idéias diferenciadas têm me chamado minha atenção sobre esse assunto. Que tal reaproveitar o cadeirão de alimentação que a filha da sua amiga usou e está semi-novo? Nenhum problema! Conheço um cadeirão que já está na quinta geração: foi comprado por uma mãe, que usou com a sua filha e depois o emprestou para uma amiga, que usou com o seu primeiro filho e ainda com as gêmeas, que nasceram três anos depois.

Quando a filha de uma amiga em comum das duas começou a comer, lá foi o cadeirão para ser emprestado de novo. E não parou por aí. Ele teve o estofado todo reformado e agora está sendo usado pelo filho de uma outra amiga da turma! Elas dizem que o cadeirão tem sete vidas! Não duvido! Kkkk!

Isso é demais!!! Essas mães criaram uma rede de reaproveitamento, simplesmente cuidando daquele objeto como se fosse único, deixando-o sempre limpo e fazendo as manutenções e consertos necessários.

A vida útil de um item que poderia ser facilmente descartado foi prolongada exponencialmente. Claro, a primeira mãe que comprou o cadeirão poderia ter feito diferente: doado para uma instituição carente, colocado à venda em um bazar ou site de desapego, ou, quem sabe, até guardar no quarto que era dela na casa dos pais, afinal, a qualquer momento ela pode engravidar de novo e precisar dele, não é?…

Mas a opção de reaproveitar enquanto ainda é possível faz todo sentido, já que utensílios assim são cada vez mais descartáveis, a cada ano temos uma novidade e um produto mais moderno/tecnológico à disposição.

Outras iniciativas estão cada vez mais comuns, como os grupos de desapego no Facebook ou no Whatsapp, ou a prática do “Enxoval Colaborativo”.

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Os primeiros reúnem mães e interessados em compra, venda ou troca de todo e qualquer tipo de objeto – de pijamas flanelados a vestidos de festa junina, de babá eletrônica a banheira tipo ofurô – por um princípio bem simples: comprei, usei poucas vezes e não serve mais, mas pode servir para outra pessoa. O segundo é uma novidade para mim.

Dia desses conheci uma mãe que fez seu “Enxoval Colaborativo” e ficou muito satisfeita: ela preparou a lista de coisas que precisava, enviou para as amigas-mães mais chegadas, que separaram com o maior carinho do mundo o que tinham em casa e não seria mais aproveitado por seus filhos. Conclusão: ela precisou comprar pouquíssimos itens e conseguiu montar um enxoval lindo, prático, cheio de utilidade e amor.

Acredito muito nesse tipo de opção. Faz bem para todo mundo! Mas confesso que eu ainda não consegui desenvolver o meu desapego a esse nível. Por enquanto, todas as tralhas, trombolhos e afins, que acumulei ao longo do último ano, estão guardados no quarto que era meu na casa do meu pai. Afinal, a dúvida sobre ter ou não ter o segundo filho ainda nos ronda por aqui. Ainda bem que tenho essa oportunidade. Se não tivesse esse espaço disponível, provavelmente, já teria desapegado!

Baixe gratuitamente o ebook sobre os marcos de desenvolvimento dos bebês

 

Falando de outro desespero na vida da mãe, uma coisa que me ajudou muito foi saber os marcos de desenvolvimento do bebê.

Assim, pude observar melhor a minha filha, desde o primeiro mês, sabendo exatamente como eu devia me preocupar e direcionar as conversas com o pediatra.

Por conta disso, reuni as principais informações sobre os marcos de desenvolvimento para facilitar a sua vida.

Você pode baixá-lo gratuitamente aqui ➡ http://bit.ly/desenvolvimento-do-meu-bebe ⬅.

Beijos,

 

Juliana Sá e Olívia - Mamãe Super Poderosa

Jú Sá

Blog Mamãe Super Poderosa

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