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Minha Sogra é um Terror: Como Lidar?

Esse “negócio”de virar mãe deixa a gente sensível, né?

Damos importância a detalhes pequenos, o cansaço é estrondoso e tudo que a gente não quer é dor de cabeça e problema.

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Pois é, só que pra se resguardar é preciso cuidar das relações – não só durante a gravidez, mas principalmente nos primeiros meses da maternidade.

E quando eu falo em cuidar das relações, estou enfatizando as familiares. E dentro deste contexto, buscando falar mais especificamente sobre uma figura que costuma ser bem polemizada: A (coitada?) da SOGRA.

Fato é que as relações com a sogra são discutidas a séculos! O papo chega ser meio tabu. Existe até uma lista razoável de letras de música eternizando a fama de mal quista da pessoa.

Quem é que não se lembra daquele “hit das paquitas da Xuxa” que cantava assim: “…dizem por aí que sogra e nora é sempre um drama, mas a coisa não é bem assim. Quando eu me casar você cozinha, eu faço a cama…” Quem lembra?? Não? Sim? Enfim.

A graaaaande verdade é que a coisa não precisa de ser esse drama todo. E quer saber mais? Muitas vezes não é. Bom escutar isso né?

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Uma guerra de EGOS

Existem estudos que dizem que a nossa cultura ocidental ensina as meninas, desde cedo, a serem territorialistas e competitivas, inseguras e egocêntricas. Vence quem sai na frente e conquista mais espaço. Quem é a dona da vez. Quem brilha mais num pedestal, quem tem mais poder. Triste (e chato pra caramba).

A pergunta que eu te faço agora é: será que a sua relação com a sua sogra não anda caminhando por uma trilha muito similar a esta? Será que a sua sogra é mesmo esse bicho complicado que mais parece que nasceu pra infernizar a sua vida? Ou será que é esse seu ego infernal que te come por dentro e te transforma numa megera ciumenta, controladora e dona do pedaço? …

Aqui vale uma boa examinada de consciência  – e você minha amiga, precisa ser forte. Fato é que a rivalidade é algo comum nas relações entre as mulheres principalmente quando se tem de pivô duas preciosidades: o marido e o filho (bebê que chegou).

Quando essa rivalidade se torna algo crônico, é interessante ter uma conversa de você com você mesma, daquelas bem francas e desarmadas e avaliar a quantas anda a sua MATURIDADE e a sua AUTOESTIMA. Ninguém é perfeito e as vezes a gente precisa mesmo de colocar algumas ideias (além de hormônios) em ordem.

O mais importante é termos compreensão, paciência e discernimento com nós mesmas.

Como lidar?

Os avós têm um papel fundamental no crescimento e desenvolvimento emocional das crianças, sua contribuição é muito positiva e ajuda na percepção que a criança tem de si mesma fora do núcleo de pai, mãe e irmão(s). E você, como mãe, quer o melhor para o seu pequeno, certo? Então, considerando somente esta informação, já vale qualquer esforço para manter uma relação bacana com os avós do seu filho.

Outro ponto importante e delicado: para muitos avós este é um período alegre, de novas possibilidades para si mesmos, além de uma SEGUNDA CHANCE. Sim! Já parou para refletir em cima disso? Pois é. Os netos tem esse poder de prover um novo foco nas relações familiares e reavivar um tipo de intimidade que pode ter ficado perdida lá atrás, principalmente em tempos de tanta tecnologia, distância física e individualismo.

Por isso, em PRIMEIRÍSSIMO lugar, é muito importante lembrar que quando você se torna mãe, a sua sogra passa a ser avó e não apenas a mãe do seu parceiro e isso significa que ela vai participar desta nova etapa da sua vida. Isso precisa de entrar nas cabecinhas das mamães menos flexíveis. De uma vez por todas!

Você não vai querer privar seus pais de conviverem com seu pequeno, vai? O mesmo acontece com os avós paternos: eles não devem ser afastados desse momento. De jeito nenhum.

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O SEGUNDO ponto é: para que as coisas funcionem, é preciso estabelecer limites. E está tudo bem em estabelecê-los! Durante a gravidez, tente conversar com o seu parceiro ou amigos a respeito de como o seu relacionamento com os avós do bebê funcionará melhor. Afinal, principalmente para as mamães de primeira viagem, todo cuidado é pouco (ao mesmo tempo que toda ajuda é bem vinda).

É preciso deixar claro que toda a base que seu filho irá receber virá de você e do pai dele, das suas crenças e do que vocês estabelecerem como melhor. As coisas precisam sim de ser faladas, conversadas, na base da transparência quando houver necessidade. Melhor fazer desta forma do que gerar um desconforto tão grande que você se torne uma verdadeira bomba relógio. O estrago pode ser grande. Simplesmente não vale a pena. Converse abertamente.

Tem uma psicóloga, a Marisa Vandevelde , que diz assim:

“Há sogras que aproveitam a proximidade para dar palpites, tomar partido, e isso pode atrapalhar a harmonia da família. Mas a proximidade no sentido de auxiliar no crescimento do neto, trocar experiências, podem ser válidas”.

Aceite esta convivência, levante sua bandeira da paz (estabelecendo os seus limites com educação e respeito), que tudo pode ficar bem mais simples.

Precisando de uma luz? Lá vão algumas dicas:

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  1. Não entre em competição com sua sogra, nem ceda a provocações

Criar um mal estar em um clima de competição e raiva, só vai estremecer a situação. Além de ser um baita desperdício de energia. Tipo da coisa que NUNCA dá em nada. Perda de tempo. Seja inteligente.

  1. Dê atenção à sua sogra

Ok. Você acaba de se tornar mãe e bajular a sogra não é o mais importante agora, certo? Sim. Mas ninguém tá falando em bajular, abanar um penacho na figura e levar cafezinho na bandeja. Receba-a da melhor forma possível, com respeito, educação e afeto. Isso não dói e pode fazer com que ela te veja com outros olhos e melhorar ainda mais a convivência entre vocês. Maltratar jamais. Segura essa onda! Eu sei que tem a questão hormonal + cansaço, mas… você consegue.

  1. Deixe a sogra falar 

Já ouviu aquela expressão: entrou por um ouvido e saiu pelo outro? Ela se encaixa muito bem aqui. Tem sogra  sim que curte falar como tudo deve ser feito, palpita até mandar parar! Tem mãe por aí comprando muita briga por isso. Meu conselho é: deixe que ela fale até babar! Você não precisa levar em consideração tudo que ela diz. Concorde no momento e não confronte. E vamos em frente! Sem perda de tempo.

  1. Nunca, em momento algum, peça ao filho para escolher entre a mãe dele e vocêlidar-com-a-sogra

Aff! Que bobagem! Fique esperta: além de ser um mico daqueles chegar nesses termos é bem provável que você vá perder essa batalha. Não dá pro cara escolher entre a própria mãe ou a esposa/namorada… Fora que isso te dá um atestado de imaturidade daqueles! Por isso, nem pense em tentar afastar o filho da própria mãe (sua sogra). Não funciona. Tire isso da sua cabeça e da sua reta pra sempre. Se você chegou a pensar nisso… Parou aí. The End.

Lembre-se: vá com calma e tudo ficará bem.

Se você vai ter uma relação com sua sogra prazerosa e gratificante ou hostil e competitiva, pode tá certa de que isso vai depender muito mais de você do que imagina.

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Lembre-se disso! O poder é seu. 

Bjs,

Juliana Sá e Olívia - Mamãe Super Poderosa

Jú Sá

Blog Mamãe Super Poderosa

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